Começou 2010 e nada melhor do que iniciar um novo ano com novos desafios. Cada novo projeto, seja na criação, elaboração, desenvolvimento ou implantação, traz muitos desafios, mas vou destacar apenas um deles, que proporcionou um “quebra-cabeça” complexo, e que proporcionou muitos aprendizados.
Na primeira semana de janeiro, recebi um e-mail com a solicitação de orçamento para um projeto de uma exposição, no setor cultural. Recebido o briefing, não estavam claros os públicos prioritários e complementares, mesmo que estivessem claros os objetivos do evento. O contratante julgou que seria mais interessante terceirizarmos a pesquisa sobre os públicos para outra empresa.
Para quê??? Assumi o desafio, a partir das tecnologias desenvolvidas, sejam pela formação e capacitação que recebi, seja pela prática vivenciada.
Mas quais tecnologias???
Para qualquer projeto, o conhecimento é a principal tecnologia. A partir de dados e informações sobre um determinado assunto, o conhecimento se traduz em instrumento de interpretação que permite o desenvolvimento de estratégias e ações, a serem realizadas e implementadas para o cumprimento das metas e atendimento dos objetivos de um evento.
Com base em relatórios, e acesso a alguns sites sobre o assunto, escolhi a análise de variáveis escalares como instrumento para a definição de estratégias e ações, comumente utilizadas nos estudos estatísticos.
São quatro as variáveis:
Ordinais – define prioridades em uma escala, que identifica maior ou menor importância. Pode servir para a identificação dos públicos prioritários, ou as necessidades e expectativas dos públicos. No contexto, podem ser identificados os públicos potencialmente investidores, como expositores, por exemplo.
Nominais – definem opiniões e tendências, para aspectos socioeconômicos, ou relacionados a status e interesse. Em outras palavras, os “temas da moda” podem ser percebidos pela análise do comportamento consumidor dos públicos pesquisados.
Intervalares – identifica as percepções para um determinado assunto, pela análise comparativa de interesses e opiniões. Esta variável permite o planejamento de um evento que seja satisfatório, ou que ainda supere as expectativas dos públicos.
Racionais – O nome não traduz completamente esta variável que está relacionada ao perfil dos públicos, como faixa etária, renda, entre outros.
Somadas as informações discriminadas para cada variável, a interpretação dos resultados - a partir de uma análise técnica - , e um pouco de “feeling”, obtém-se resultados surpreendentes!!! Elaborei uma tabela com todas as informações, e outra com os cruzamentos entre as variáveis.
Ainda, seria possível uma análise das informações obtidas, com associações mais objetivas, por meio de outras ferramentas, como data mining ou database marketing, que serão abordadas em outro momento!!!
Como resultado, o projeto foi aprovado e a exposição ocorrerá no segundo semestre de 2010!!!
Nos eventos, conhecimento é tecnologia!!!
Até o próximo texto!!!
Na primeira semana de janeiro, recebi um e-mail com a solicitação de orçamento para um projeto de uma exposição, no setor cultural. Recebido o briefing, não estavam claros os públicos prioritários e complementares, mesmo que estivessem claros os objetivos do evento. O contratante julgou que seria mais interessante terceirizarmos a pesquisa sobre os públicos para outra empresa.
Para quê??? Assumi o desafio, a partir das tecnologias desenvolvidas, sejam pela formação e capacitação que recebi, seja pela prática vivenciada.
Mas quais tecnologias???
Para qualquer projeto, o conhecimento é a principal tecnologia. A partir de dados e informações sobre um determinado assunto, o conhecimento se traduz em instrumento de interpretação que permite o desenvolvimento de estratégias e ações, a serem realizadas e implementadas para o cumprimento das metas e atendimento dos objetivos de um evento.
Com base em relatórios, e acesso a alguns sites sobre o assunto, escolhi a análise de variáveis escalares como instrumento para a definição de estratégias e ações, comumente utilizadas nos estudos estatísticos.
São quatro as variáveis:
Ordinais – define prioridades em uma escala, que identifica maior ou menor importância. Pode servir para a identificação dos públicos prioritários, ou as necessidades e expectativas dos públicos. No contexto, podem ser identificados os públicos potencialmente investidores, como expositores, por exemplo.
Nominais – definem opiniões e tendências, para aspectos socioeconômicos, ou relacionados a status e interesse. Em outras palavras, os “temas da moda” podem ser percebidos pela análise do comportamento consumidor dos públicos pesquisados.
Intervalares – identifica as percepções para um determinado assunto, pela análise comparativa de interesses e opiniões. Esta variável permite o planejamento de um evento que seja satisfatório, ou que ainda supere as expectativas dos públicos.
Racionais – O nome não traduz completamente esta variável que está relacionada ao perfil dos públicos, como faixa etária, renda, entre outros.
Somadas as informações discriminadas para cada variável, a interpretação dos resultados - a partir de uma análise técnica - , e um pouco de “feeling”, obtém-se resultados surpreendentes!!! Elaborei uma tabela com todas as informações, e outra com os cruzamentos entre as variáveis.
Ainda, seria possível uma análise das informações obtidas, com associações mais objetivas, por meio de outras ferramentas, como data mining ou database marketing, que serão abordadas em outro momento!!!
Como resultado, o projeto foi aprovado e a exposição ocorrerá no segundo semestre de 2010!!!
Nos eventos, conhecimento é tecnologia!!!
Até o próximo texto!!!


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